A Defensoria
Pública da União em Mossoró informa que possui novo número de telefone.
O número de contato da DPU é o: (84) 3316-1900.
Defensoria Pública da União em Mossoró
terça-feira, 21 de maio de 2013
DPU divulga dados de atuação no Presídio Federal de Mossoró.
A
Defensoria da União em Mossoró, recentemente, apresentou à Defensoria Pública
Geral da União, situada em Brasília, um levantamento dos dados sobre os atendimentos
realizados na Penitenciária Federal de Mossoró (PFMOS).
O
referido levantamento apresentou números impressionantes, já que, com base em
dados de março de 2013, 100 dos 116 internos da PFMOS são assistidos pela DPU-Mossoró,
o que faz com que, aproximadamente, 86% da população carcerária do Presídio
Federal receba atendimento da DPU.
Esses
dados foram repassados à Administração Superior da DPU, pois demonstram a
importância da atuação de Defensores Públicos na Execução Penal.
Defensor de Mossoró participa de Painel no III Encontro Nacional dos Defensores Públicos Federais.
No
início de abril de 2013, aconteceu o III Encontro Nacional dos Defensores Públicos
Federais, em que foram discutidos vários temas relevantes sobre o Direito e o
acesso à Justiça no Brasil.
“O
Sistema Penitenciário Federal e os Conselhos Penitenciários Estaduais” foi tema
de um dos painéis que ocorreram durante o evento.
Esse
painel contou com a participação do Dr. Augusto Rossini, Diretor do Sistema Penitenciário
Federal, do Dr. Arcelino Vieira Damasceno, Diretor do Sistema Penitenciário Federal,
da Dra. Valdirene Daufemback, Ouvidora do Sistema Penitenciário Nacional,do Dr.
Leonardo de Castro Trindade, Defensor Público Federal lotado em Campo Grande e
do Dr. Filippe Augusto dos Santos Nascimento, Defensor Público Federal lotado em
Mossoró.
Em
tal painel, destacou-se a atuação da Defensoria Pública junto aos Presídios, bem
como foram tratados importantes temas relacionados aos avanços e problemas de
tal modelo de aprisionamento.
Questões
como a carência de médicos nos presídios federais, as limitações à ampla defesa
dos presos e os limites da ressocialização foram pontos que geraram acirrado
debate entre os integrantes do painel.
Assistido é absolvido da acusação de recebimento indevido de seguro desemprego.
O
Senhor R.G.F. procurou a unidade da DPU de Mossoró a fim de ser defendido em
uma ação penal movida pelo Ministério Público Federal. Em tal caso, o assistido
era acusado de receber duas parcelas indevidas de seguro desemprego, pois
supostamente ele não estaria desempregado quando do recebimento de tais
valores.
Os
fatos imputados contra o réu, no entanto, foram esclarecidos em audiência, ocasião
em que ele esclareceu que havia sido demitido da empresa em que trabalhava,
pois ela havia perdido a renovação de um contrato de prestação de serviços,
tendo a nova empresa, que assumiu o contrato, assinado retroativamente as
Carteiras de Trabalho de todos os antigos empregados da primeira empresa, mesmo
sem ele ter trabalhado de fato para esta nova empresa contratada.
Após
a instrução, a magistrada que analisou o caso concluiu pela inexistência de provas
da autoria, levando em conta o fato de o registro trabalhista ter sido feito de
maneira retroativa, bem como não terem sido colhidos os depoimentos dos
diretores das empresas em questão.
Diante
de tais pontos, a magistrada federal julgou a denúncia improcedente por falta de provas para a
condenação do réu.
DPU-Mossoró vai a Apodi para promover a resolução extrajudicial em desapropriações realizadas pelo DNOCS.
A
DPU-Mossoró promoveu mutirão de atendimentos aos moradores da Zona Rural do
Município de Apodi. Esses cidadãos estão sofrendo processos de desapropriação promovidos
pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas - DNOCS, que pretende
utilizar os imóveis desapropriados para executar obras do Projeto do Perímetro Irrigado
de Apodi.
O
DNOCS já havia avaliado as propriedades e tentado realizar acordos para resolver
tais desapropriações administrativamente, contudo não obteve sucesso, o que
levou ao ajuizamento das ações de desapropriação.
Ante
a situação, as magistradas da oitava e da décima vara, o DNOCS e a DPU passaram
a buscar a resolução consensual de tais ações.
A
DPU-Mossoró, além da análise e da atuação processual, realizou visitas às comunidades
afetadas por tais desapropriações, analisando as avaliações iniciais realizadas
pelo DNOCS, conversando com os assistidos e esclarecendo-os de seus direitos.
Após
a atuação da DPU, restaram firmados vários termos de conciliação entre a população
e o DNOCS, o que proporcionará a extinção da grande maioria dos processos de desapropriação
em andamento.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Assistido da DPU é absolvido de crime de descaminho.
Em ação movida pelo Ministério Público Federal,
H.S.M., assistido da DPU, foi acusado da prática do crime de descaminho, em
razão de supostamente ser fornecedor de cigarros contrabandeados.
Apesar da denúncia do MPF apontar o Sr. H.S.M.
como fornecedor dos produtos contrabandeados, a única testemunha apresentada
pela própria acusação não o identificou como o vendedor de tais cigarros. Havendo
no processo apenas a declaração da corré de que teria sido ele.
Assim sendo, a Justiça
Federal, mesmo reconhecendo a ocorrência do crime de descaminho, não considerou
comprovada a autoria do delito em relação ao assistido da DPU. Em razão disso, ante
as dúvidas quanto à autoria, foi declarada a absolvição do Sr. H.S.M. baseado
no princípio constitucional da presunção da inocência.
DPU promove Mutirão de Atendimento no Presídio Federal de Mossoró
O
presídio federal de Mossoró recebeu, recentemente, trinta e sete detentos oriundos
de Santa Catarina. Esses internos estavam sendo acusados de promoverem atos de
tumulto e de ameaçarem a segurança pública do citado estado do sul do país.
A DPU,
que é responsável pela assistência jurídica dos presos do sistema penitenciário
federal, que não tenham condições financeiras de arcar com os honorários de um
advogado, promoveu um mutirão de atendimento aos internos catarinenses.
O
citado mutirão buscou oferecer um atendimento jurídico inicial aos presos para
realizar uma triagem de suas principais demandas. O mutirão contou com a
participação do Defensor Público Federal, responsável pela unidade de Mossoró,
e por uma equipe de estagiários.
Um dos
fatos mais marcantes do mutirão de atendimento carcerário aos internos de Santa
Catarina foi o elevado número de pedidos de permanência no sistema federal, que
se justifica na grande quantidade de denúncias de maus tratos e tortura no
sistema estadual, o que motivou vários presidiários a desejarem permanecer no
presídio federal.
A DPU, após coletar os vários pedidos, que incluem
atendimento médico, análise de benefícios em execução penal e outros, já
apresentou diversas petições junto ao Diretor do PFMOS e ao Juiz Corregedor, no
intuito de garantir o correto cumprimento de pena pelos internos.
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